EDITH STEIN SER FINITO E SER ETERNO PDF

Si en la primera lo hace prestando un servicio en la segunda lo hace entregando su vida. Objetivo General. Ubicar a E. Stein en su obra "Ser finito y ser eterno ". Comprender las respuestas de E.

Author:Faugor Mihn
Country:Sudan
Language:English (Spanish)
Genre:Environment
Published (Last):16 April 2015
Pages:255
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ISBN:182-4-24423-618-2
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O contexto filosfico na qual viveu Edith Stein reflete em seu pensamento na reflexo do Ser finito e do Ser Eterno Deus. A partir da concepo de Ser finito, como ser dotado de essncia e existncia numa unidade temporal, ela constri sua reflexo fenomenolgica-antropolgica.

Cada ser humano singular, possui uma conscincia que vai se revelando se descobrindo na medida em que se relaciona com o Outro indivduo , que lhe vem como um espelho de seu prprio eu. Mas, ao refletir sobre si mesmo, surgem perguntas que lhe causa angstia: De onde vim?

Para onde vou? Quem sou? Com esses questionamentos, o Ser humano, descobre sua situao-limite, sua finitude, abrindo possibilidade uma existncia capaz de lhe sustentar o Ser. Nesta abertura, que se chama filosofia religiosa ou filosofia crist na qual Edith Stein contribui, que se torna possvel o manifestar-se de Deus, esta, numa abertura de f do Ser humano, em que Deus o busca numa experincia mstica, confortando-o e dando-lhe novo sentido sua vida.

Palavras-chave: Ser finito; Ser eterno; situao-limite; fenomenologia. From conception to be finite, as being endowed with essence and existence in a unit time, she builds her anthropological-phenomenological reflection. Every human being is unique, has a consciousness that reveals itself if discovered in so far as it relates to other individual , it comes as a mirror of his own self.

But, reflecting on itself, questions which causes him anguish: Where did I come? Where am I going? Who am I? With these questions, the human being discovers their situation limit their finitude, opening the possibility of a life can you sustain this opening Ser, which is called philosophy of religion or Christian philosophy in which Edith Stein contributes is that it is possible the manifestation of God, that, in an opening of faith of the human being, where God seeks a mystical experience, comforting him and giving new meaning to his life.

Keywords: Finite being; Eternal Being; situation limit; phenomenology. Desde la concepcin hasta ser finito, como ser dotado de esencia y existencia en una unidad de tiempo, construye su fenomenolgico-antropolgico de reflexin. Cada ser humano es nico, tiene Revista Caminhando v. Sin embargo, al reflexionar sobre s mismo, surgen preguntas que le hace la angustia: De dnde vengo? A dnde voy? Quin soy yo? Con estas preguntas, el ser humano descubre su situacin lmite de su finitud, abriendo la posibilidad de una vida se puede sostener este Ser de apertura, que se llama filosofa cristiana religiosa o filosofa en la que Edith Stein aporta es que es posible la manifestacin de Dios, que, en la apertura de la fe del ser humano, donde Dios busca una experiencia mstica, reconfortante y le da un nuevo sentido a su vida.

Palabras clave: Ser finito; Ser Eterno; situacin lmite; fenomenologa. Introduo Relaes entre o ser humano, o Outro enquanto indivduo , o mundo e Deus so desde os primrdios do pensar humano discusso inquietante, pois trata-se de conceitos ligados a perguntas fundamentais da existncia e do prprio agir humano ALVES, Propem-se Edith Stein como fenomenloga para esta reflexo, pois todo leque de correntes filosficas que a ela se apresentaram, a influenciaram de algum modo destaca-se a influncia de Edmund Husserl e o Crculo de Gttingen.

Com efeito, ela no s sofreu influncia de sua poca, mas tambm trouxe originalidade para o mundo cultural moderno. O ser humano em sua situao-limite que a conscincia de suas prprias limitaes retoma questes de sua existncia. Estas encontram no s horizontes que lhe fazem movimentar-se para sair dessa situao angustiante, mas, tambm, o faz buscar Deus. O objetivo no exclusivamente analisar a prova da existncia de Deus, mas a manifestao Dele: atributos, temporalidade, atualidade e potencialidade.

Tem-se, segundo Stein, o ser humano no em estado de solido, largado a existir at morrer; no vazio, seno habitado por uma alma, regida por um eu, em cujo centro est a sede da liberdade, o ponto de unio com Deus. Acha um meio, componentes, dinamismo e princpios; tudo o quanto permite que a aspirao unio com Deus no seja vista, nem em privilgio do alto, nem mesmo como aventura arriscada das criaturas. A mesma natureza humana no s possibilita, seno que estimula este desejo: Deus cria as almas para si.

Deus quer uni-las a Si e comunicar-lhes a incomensurvel plenitude e a incompreensvel felicidade de sua prpria vida divina STEIN, , p. A esta misso deve o Ser humano a sua existncia. Com olhar fenomenolgico, Stein procura assumir sua posio a tradio tomista do ato e potncia do Ser finito Ser humano e do Ser eterno Deus. O Ser humano finito, para ela tem um lugar especial concebido como uma criao, o esprito criado uma imagem limitada de Deus, e enquanto imagem semelhante a Deus, enquanto limitado o oposto de Deus enquanto infinito SCIADINI, , p.

Ele constitudo de uma trplice estrutura, tendo uma singular interioridade, que posta em reflexo constante pela sua situao-limite. Mas a singularidade do Ser humano no pode ser entendida como isolamento, pois est em relao com o Outro, numa atitude emptica que o leva a descobrir coisas que sozinho no conseguiria, sobre si e sobre o existente , e em relao com o mundo pois o mundo que lhe garante uma existncia corprea. A observao atenta do fenmeno humano, a longa caminhada da reflexo que o Ser humano suscita, conduz a um ponto onde se v cruzar em uma resposta de extraordinria amplitude o Finito e o Infinito.

O Ser humano vive como conscincia das coisas , mas, evidentemente, como conscincia de si. Faz de sua prpria existncia o objeto maior de sua reflexo, sob o impulso mesmo de seu ser conhecedor e de sua inteligncia inquieta. Numerosas so as interrogaes que o Ser humano acumula nesse esforo visando conhecer-se inteiramente, e descobrir a arquitetura de sua existncia.

Pergunta-se o que significa ser, e por que ele. Sabendo que conhecedor, procura apreender o fenmeno do conhecimento e, de pergunta em pergunta, de resposta em resposta, adquire uma conscincia cada vez mais viva de sua capacidade e de seus limites. Sente assim sua prpria natureza simultaneamente e paradoxalmente como uma riqueza: a do saber. Em sua tese Empatia Einfhlung , sua primeira produo filosfica , Stein uni-se com as contribuies de Husserl sobre o mundo intersubjetivo, questo bsica para superar o eterno problema do solipsismo.

Essa obra est centrada na aplicao da reduo fenomenolgica, a esse momento em que dois sujeitos so capazes de convergir tanto que a vivncia de um integrada na experincia do outro. Trata-se do fenmeno da empatia: este vai mais alm do que o simples acordo de sintonia entre as criaturas nvel da simpatia , pois afeta o ncleo mais ntimo da pessoa.

So sempre usadas com a primeira letra em maiscula no seguida por hfen para separar as duas palavras da expresso. Revista Caminhando v. O elemento que vincula esta experincia a capacidade emptica; ou seja, no o Krper, mas o Leib2.

O mtodo fenomenolgico numa concepo Steiniana Os resultados alcanados por Stein do continuidade aos estudos e pesquisas de Husserl. Assim como o mestre, ela discute e esclarece a relao entre o mundo, a questo da sua existncia e o sujeito: uma relao que analisada de uma forma peculiar pela fenomenologia CAPALBO, , p. H uma considerao essencial das coisas, cada fenmeno assumido como base exemplar para fins de uma considerao sobre a essncia BELLO, , p.

Coloca-se a questo referente a quem realiza tal operao, o sujeito psicolgico o eu-consciente , deve ser colocado entre parnteses, mas mesmo assim, permanece sempre o sujeito da experincia vivencial, quer dizer: eu considero o mundo e a minha pessoa como fenmenos, razo pela qual no possvel que sejam apagados ou colocados em dvida tanto o eu como to pouco a prpria experincia STEIN, , p. O eu indivduo identifica-se com o inteiro fluir das vivncias e nisso consiste a sua vida, e o seu viver est no tempo, no sentido que procede de momento para momento.

Pode-se observar que a operao terica realizada por Stein consiste em ancorar tanto o tema da existncia, como tambm os resultados da anlise fenomenolgica da subjetividade no grande cenrio metafsico do ser BELLO, , p. Sendo que se trata de descobrir o sentido do ser, deve-se colocar a questo de sua essncia, que para ela intil aceitar somente a anlise essencial que Husserl propusera. Pois, a pesquisa sobre o ser no pode reduzir-se a uma mera busca do seu significado, permanecendo num nvel exclusivamente gnosiolgico.

Todavia, no que diz respeito anlise das estruturas dos sujeitos, tomados na sua individualidade ou analisados coletivamente, ela sempre permaneceu fiel fenomenologia husserliana. Mas seu olhar se ampliou para investigaes da realidade nos seus mltiplos aspectos verdadeira atitude realista , tais como: natureza, sociedade, moral e Deus, mas em especial o Ser humano, pois foi neste que mostrou originalidade com Na lngua alem Krper se refere ao corpo material e Leib ao corpo animado.

O estudo do Ser humano, das suas experincias e da sua interioridade fascina a fenomenloga, que prossegue as suas pesquisas BELLO, , p. O problema do Ser O confronto entre o pensamento tomista e o pensamento fenomenolgico tratado de maneira objetiva.

Stein mesma quem indica seu objetivo: delinear uma exposio sistemtica de uma doutrina do Ser, no um sistema filosfico STEIN, , p. Stein recorda a trplice subdiviso tomista do ente em: ente material, ente espiritual e Ente primeiro Deus , acenando a importncia dos conceitos de potncia e ato para definir a natureza dos entes criados por Deus.

Ela faz uma distino clara entre os dois o Ser eterno, ver-se- no segundo captulo deste trabalho , tambm chamados de criatura e criador, ou ainda Ser humano e Deus. Seguindo uma tradio tomista, Stein afirma que no Ser finito a potncia se difere do ato sendo este o corao da filosofia tomista.

O ato das criaturas uma ao ou atividade que comea, termina e supe como fundamento uma potncia passiva Idem, p. J para o Ser eterno, que Deus, diz: A ao de Deus no tem nem princpio nem fim; subsiste desde a eternidade, at a eternidade, repousa na imutabilidade mesma de seu ser: ato puro.

No tem necessidade de nenhuma faculdade passiva que exija ser posta em movimento Idem. Sendo assim, sua faculdade e seu poder, repercute no ato: potncia ativa e faculdade ativa, sua potncia com o ato, no existe em Deus uma potncia no atualizada, e no ato a potncia est inteiramente atualizada Idem. Para Stein o Ser finito possui uma experincia vital que um todo que se constri na vida consciente do eu com certa durao3. O pensamento que atualmente vive uma unidade de experincia vital diferente do meu pensamento de algumas horas atrs em relao mesma coisa STEIN, , p.

A vida do eu vai do passado ao futuro. Assim, o que est em potncia se converte constantemente em atual e o que atual volta a cair em potencialidade no interpretado aqui como uma circularidade perfeita que no tem escapes ou uma mudana a cada atualidade e potencialidade.

O fato de o ser humano viver em comunidade, no significa esquivar-lhe de sua singularidade. A liberdade humana possui um potencial suficiente para conseguir fazer a passagem a um indivduo, uma pessoa singular na busca de sua inteira subjetividade, como diz Stein , p.

O mesmo processo de crescimento corporal, intelectual e espiritual tambm uma autocriao. Somos responsveis por ns mesmos a pessoa portadora de sua vida, no sentido de que a tm em sua mo Idem, p. A principal crtica de Stein ao seu tempo consiste em colocar o Ser humano como um modelado de sua exterioridade, do ambiente que o circunda.

Ao invs, ela o tem como um Ser livre, um Ser que est aberto ao mundo, que se comunica com o outro e se encontra consigo mesmo. Negar a liberdade diminuir a capacidade do ser do homem ser racional Idem, p. Assim, para ela, a razo agrega-se liberdade, que faz do interior do Ser humano uma forma de escolha em suas decises dirias sua vida.

Somente o Ser humano tem em suas mos o transformar da natureza, que se apresenta a ele trazendo uso de seus privilgios. Essa inquietude humana, de sempre buscar novas metas e respostas a to variados porqus e essa liberdade de poder buscar seu sujeito, que leva a pensar no que constitui o Ser humano, para entender essas duas caractersticas. Para Stein, uma estrutura composta de trs elementos: corpo, alma, e esprito. O Ser humano composto de trs partes que no podem ser pensadas individualmente sem ligao umas com as outras, para o entender.

Sendo assim, no se trata s de uma alma que vive num corpo, seno de uma unidade do corpo, alma e esprito. A alma o espao em meio do total que est formado pelo corpo, a alma e o esprito. Enquanto alma sensvel, habita em todos os membros e partes do corpo, recebe dele e opera sobre ele formando-o e mantendo-o.

Enquanto princpio espiritual ele transcende-o de l de si mesma e olha um mundo situado mais para l de seu prprio eu: um mundo de coisas, de pessoas, de fatos; comunica-se com ele inteligentemente, e dele recebe impresses; Jferson Luis AZEREDO: Edith Stein: Concepes de Ser finito e Ser Eterno, significados Para compreender o Ser humano necessrio levar em conta esta complexa realidade.

Enquanto o homem por sua prpria essncia, esprito que dado por Deus e d as caractersticas da singularidade , ultrapassa a si mesmo com sua vida espiritual, entra em um novo mundo sem se perder. A alma humana se eleva na vida espiritual acima dela mesma 4. A alma algo em si: tal como Deus a colocou no mundo. E esse algo tem natureza prpria, qual impe carter prprio na vida toda, na qual desabrocha Ela sente aquilo que a acolhe em si compatvel com o seu ser prprio, se proveitoso ou no e se aquilo que faz prprio para o seu ser ou no.

E aquilo corresponde natureza, na qual ele se encontra a cada contato e reencontro conflitivo com o mundo STEIN, , p. O esprito humano est condicionado pela alma e pelo corpo. Enquanto instrumento de meus atos, o corpo pertence unidade de minha pessoa.

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